A trilogia amor-casal-monogamia e o contexto de violência doméstica contra mulheres
DOI:
https://doi.org/10.38034/nps.v35i84.881Palavras-chave:
violências contra mulheres, monogamia, Lei Maria da Penha, não monogamia, descolonização dos afetosResumo
Pensar as múltiplas violências sofridas por mulheres é responsabilidade coletiva, política e social. Trata-se de uma questão de saúde pública. Todos os dias vemos nos noticiários algum caso de feminicídio e violência contra mulheres, e não por acaso os autores dessas violências, em sua maioria, são companheiros ou ex companheiros. As motivações também se assemelham muito: o homem que não aceitou o fim do relacionamento. Isso me instiga a refletir: de que forma essas narrativas “monogâmicas” contribuem para que situações de violências continuem colocando em risco a vida de tantas mulheres, mesmo com leis como a Maria da Penha e a do Feminicídio em vigor? Este artigo tem o objetivo de convidar leitores a uma profunda reflexão, por meio de um ensaio teórico-crítico, sobre a relação da monogamia e o contexto de violência contra mulheres. A não monogamia, a partir destas reflexões,nos ensina a repensar o amor romântico, a maneira como nos relacionamos, por meio da descolonização dos afetos e da descentralização das relações românticas em nossas vivências.
Palavras-chave: violências contra mulheres, monogamia, Lei Maria da Penha, não monogamia, descolonização dos afetos.
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