Nova Perspectiva Sistêmica https://revistanps.com.br/nps <p>Leia a revista Nova Perspectiva Sistêmica!</p> <p>ISSN da revista impressa: 0104-7841</p> <p>ISSN da revista on-line:&nbsp;2594-4363</p> CFH-UFSC / Editora Noos-SP pt-BR Nova Perspectiva Sistêmica 0104-7841 <span>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</span><br /><br /><ul><li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho licenciado simultaneamente sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank">Licença Creative Commons Attribution</a> após a publicação, permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</li></ul><br /><ul><li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li></ul><br /><ul><li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_blank">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li></ul> Editorial https://revistanps.com.br/nps/article/view/574 Adriano Beiras Copyright (c) 2020-04-01 2020-04-01 29 66 4 5 Processos Reflexivos na sala de aula: ampliando perspectivas e incentivando melhores relações https://revistanps.com.br/nps/article/view/575 <p>Neste artigo darei ênfase a uma das contribuições de Tom Andersen em meu trabalho: a inclusão dos <em>processos reflexivos </em>no contexto escolar, pela apresentação de uma pesquisa-ação realizada em um colégio particular com professores, alunos e seus pais. Iniciei esta jornada a partir da demanda de uma escola interessada em fornecer possibilidades de ampliação da percepção e descrição que professores tinham de seus alunos – muitas vezes marcadas por denotações negativas e depreciativas. A perspectiva do construcionismo social, a filosofia colaborativa e a proposta dos processos reflexivos nortearam a construção deste estudo, cujo objetivo foi a criação de um espaço de conversação dialógica para a promoção de melhores relações entre professores-alunos e alunos-alunos. A aplicação desse modelo na sala de aula mostrou-se viável e útil na construção de um ambiente de convivência mais harmonioso, capaz de gerar questionamentos e possibilidades, dando visibilidade a aspectos de vida dos participantes que não eram percebidos por eles antes desta experiência.</p> Valéria Nicolau Paschoal Copyright (c) 2020-04-01 2020-04-01 29 66 6 21 Responsividade Reflexiva: um conceito para meios criativos de transformação em práticas colaborativas-dialógicas https://revistanps.com.br/nps/article/view/503 <p><span id="docs-internal-guid-708eb876-7fff-4b66-ceb8-0a289142e507">Este artigo descreve experiências no contexto da terapia dialógica colaborativa, que tocaram minha curiosidade e criatividade. sentimentos que me fizeram refletir sobre minha prática e buscar autores que me ajudassem a desenvolver uma descrição para o que veio a se tornar um conceito para o diálogo. Encontrei em Tom, Shotter, Telma e Harlene as articulações que precisava para amadurecer aquilo que vinha sentindo na prática. Responsividade Reflexiva, é a síntese de conceitos que me permite estar engajado na busca de conhecimento sobre a resposta que uma pessoa oferece a um determinado relacionamento em um determinado entorno. Este conhecimento se transforma para a construção de respostas mais úteis aos relacionamentos da pessoa.</span></p> Bruno Lenzi Copyright (c) 2020 Nova Perspectiva Sistêmica 2020-04-01 2020-04-01 29 66 22 35 10.38034/nps.v29i66.503 Tecendo redes, construindo pontes: atendimento a uma família migrante na clínica de famílias do Instituto Noos https://revistanps.com.br/nps/article/view/564 <p>Neste artigo compartilhamos os desafios que vivenciamos no atendimento em terapia familiar a uma família de migrantes na Clínica Social do Instituto Noos, em São Paulo. A família, de origem boliviana, era composta de mãe e seus três filhos com idades entre 7 e 11 anos. No início do processo, os quatro moravam em um centro de acolhimento sigiloso, uma vez que a mãe havia sofrido agressões e ameaças violentas do seu ex-marido, pai dos três meninos. Acolher na nossa clínica uma família de migrantes que, naquele momento, morava em abrigo sigiloso, foi uma experiência inédita para nós, que gerou muitas interrogações e demandou muita criatividade e flexibilidade para podermos estar juntos e promover a conversação em um contexto tão especial. Ao longo do processo, pudemos refletir sobre o quanto de nossas crenças e a nossa postura, inspiradas no Construcionismo Social e nas práticas colaborativas, nos instrumentalizaram para podermos desenvolver este trabalho numa situação tão nova e desafiadora. Podemos destacar a nossa disposição em nos colocar em posição de não saber, ao mesmo tempo ampliando a escuta e a nossa disponibilidade para acolhê-los em suas dores e dilemas tão singulares e tão estrangeiros para nós.</p> Adriana Scoz da C. Lima Leonora F. Corsini Copyright (c) 2020 2020-04-01 2020-04-01 29 66 36 48 10.38034/nps.v29i66.564 Práticas Restaurativas e os conflitos cotidianos https://revistanps.com.br/nps/article/view/522 <p>Este artigo consiste em um ensaio teórico sobre Justiça Restaurativa (JR) e o uso de seus princípios diante de conflitos cotidianos. Partindo do entendimento de que é na relação com o outro que produzimos conflitos, apresentamos brevemente noções de conflito como construção social, o desenvolvimento da JR e práticas restaurativas no Brasil e no mundo e, por fim, tecemos reflexões e indagações sobre os efeitos que a utilização dos princípios restaurativos podem produzir quando transpomos seu uso para nossas relações cotidianas.s.</p> Letícia Trombini Vidotto Camila Martins Lion Copyright (c) 2020 Nova Perspectiva Sistêmica 2020-04-01 2020-04-01 29 66 49 59 10.38034/nps.v29i66.522 Repensando práticas: delegacias da mulher enquanto espaço dialógico de prevenção à violência conjugal https://revistanps.com.br/nps/article/view/516 <p>Neste estudo, trata-se de um ensaio teórico cujo objetivo é discutir o papel das delegacias especializadas de atendimento à mulher (DMs), a partir do olhar da Psicologia com enfoque de gênero, reflexivo e sistêmico. As DMs desenvolvem procedimentos relativos à apuração de infrações cometidas mediante violência doméstica ou familiar, nos termos da Lei 11.340/2006. No entanto, neste artigo buscase enfatizar as DMs também como um espaço de fortalecimento das medidas integradas de prevenção a esse tipo de violência, trazendo foco para o eixo preventivo instituído pela referida lei. Para tanto, foi discutida a complexidade do fenômeno da violência conjugal, bem como apresentadas algumas possibilidades de atuação policial, baseadas na segurança cidadã, que promovam discussões sobre a complexidade da violência conjugal e os processos culturais que a naturalizam. Entende-se, ainda, que estes serviços só podem ser oferecidos a partir da capacitação continuada dos/as policiais que atuam nas DMs.</p> Camila Maffioleti Cavaler Samira Maffioleti Macarini Copyright (c) 2020 Nova Perspectiva Sistêmica 2020-04-01 2020-04-01 29 66 60 73 10.38034/nps.v29i66.516 Conflitos entre pais e filhos batem à porta do Conselho Tutelar https://revistanps.com.br/nps/article/view/513 No presente artigo busca-se refletir sobre questões contemporâneas que podem estar contribuindo para certo sentimento de perda de autoridade parental, relatado por um número considerável de pais e mães que procuram o Conselho Tutelar indagando-se, também, sobre o papel do referido órgão perante tais situações. A partir da compreensão da autoridade parental como relacionada ao lugar genealógico ocupado pelos responsáveis no que tange a transmissão geracional foi possível circunscrever, com o apoio da bibliografia utilizada, alguns fatores contemporâneos que poderiam colaborar para o quadro aqui apresentado. Destacam-se no trabalho, o (des)entendimento sobre as leis de proteção à infância, a medicalização da vida, o estreitamento das fronteiras geracionais e os meios de comunicação de massa. Conclui-se que o Conselho Tutelar deve fornecer apoio para que os responsáveis possam efetuar a transmissão geracional, o que certamente não significa ocupar o lugar deles. Érica dos Santos Vieira Leila Maria Torraca de Brito Copyright (c) 2020 Nova Perspectiva Sistêmica 2020-04-13 2020-04-13 29 66 74 86 10.38034/nps.v29i66.513 A construção da parentalidade após a dissolução conjugal e as oficinas de parentalidade https://revistanps.com.br/nps/article/view/519 <p>O presente estudo é uma pesquisa qualitativa que tem por objetivo descrever as percepções de pais e filhos que participaram das Oficinas de Parentalidade acerca da construção do exercício da parentalidade após a dissolução conjugal e as reverberações da participação nas oficinas em suas relações. O método utilizado foi o de estudo de casos múltiplos. Integraram este estudo três famílias compostas por pais, mães e filhos biológicos que participaram da Oficina de Parentalidade em uma cidade do interior de Minas Gerais. Como instrumento de coleta de dados, utilizou-se entrevistas semiestruturadas para pais e filhos. Os dados foram analisados segundo a técnica de análise de conteúdo. Pôde-se perceber o caráter emaranhado das relações conjugais e parentais e, também, a forma como a naturalização de papeis maternos e paternos repercute na construção da parentalidade, favorecendo conflitos de lealdade principalmente nas famílias que vivenciam processos litigiosos. Há um grande esforço tanto de pais quanto de filhos para se adaptarem às mudanças advindas da separação, sendo a Oficina de Parentalidade um importante instrumento de suporte às famílias.</p> Liniker Douglas Lopes da Silva Cibele Alves Chapadeiro Luciana Maria da Silva Copyright (c) 2020 Nova Perspectiva Sistêmica 2020-04-01 2020-04-01 29 66 87 100 10.38034/nps.v29i66.519 Documentário “Longe da árvore” https://revistanps.com.br/nps/article/view/576 Ana Luisa de Almeida Prado de Andrade Coutinho Maria Gabriela Mantaut Leifert Copyright (c) 2020-04-01 2020-04-01 29 66 101 103 Os Vingadores – ultimato: os super-heróis também choram, envelhecem e morrem! https://revistanps.com.br/nps/article/view/580 Ivânia Jann Luna Gabriella Renuncio Bodanese Copyright (c) 2020-04-01 2020-04-01 29 66 104 106 Pelos caminhos do diálogo aberto: reflexões sobre aprender, praticar e formar profissionais no contexto da saúde mental no Brasil https://revistanps.com.br/nps/article/view/577 Maitá Figueiredo Copyright (c) 2020-04-01 2020-04-01 29 66 107 109 Dando asas às narrativas – o encontro das histórias de vida com as narrativas literárias em diferentes contextos https://revistanps.com.br/nps/article/view/578 Marilene A. Grandesso Copyright (c) 2020-04-01 2020-04-01 29 66 110 112 Comunidades heterogêneas, produção do comum e acolhimento ao incomum https://revistanps.com.br/nps/article/view/579 Isabela Umbuzeiro Valent Anita Machado Leonora Corsini Copyright (c) 2020-04-01 2020-04-01 29 66 113 121