Nova Perspectiva Sistêmica https://revistanps.com.br/nps <p>Leia a revista Nova Perspectiva Sistêmica!</p> <p>ISSN da revista impressa: 0104-7841</p> <p>ISSN da revista on-line:&nbsp;2594-4363</p> CFH-UFSC / Editora Noos-SP pt-BR Nova Perspectiva Sistêmica 0104-7841 <span>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</span><br /><br /><ul><li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho licenciado simultaneamente sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank">Licença Creative Commons Attribution</a> após a publicação, permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</li></ul><br /><ul><li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li></ul><br /><ul><li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_blank">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li></ul> Editorial https://revistanps.com.br/nps/article/view/533 Adriano Beiras Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 4 6 Pareceristas ad hoc 2019 https://revistanps.com.br/nps/article/view/558 Nova Perspectiva Sistêmica Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 Participação humana: “ser” humano é o primeiro passo para “tornar-se” humano https://revistanps.com.br/nps/article/view/534 <p>Nas palavras de seu autor, Tom Andersen, “ver, escutar, cheirar, saborear, sentir o toque na pele ou o impacto no corpo – enfim, o que sentimos em nossos corpos” – é o embasamento deste texto, inicialmente publicado como capítulo do livro <em>Collaborative Therapy: Relationships and Conversations that make a Difference.</em> Essas expressões são parte de vínculos de que participamos desde o momento do nascimento; expressões são manifestadas, recebidas, e afetam o receptor que retribui este afeto – o círculo da vida. O texto amplia a compreensão de linguagem para outros tipos de expressão e analisa a conversação como uma troca de múltiplas expressões em que quando um fala, o ouvinte não apenas ouve cada palavra, mas também vê como o falante recebe suas próprias palavras e o surgimento de novos significados. Uma mudança ou expansão das expressões motoras pode trazer um novo entendimento de uma situação difícil, ou uma nova ideia de como dar o próximo passo desse momento difícil. O texto é um convite para que terapeutas foquem a parte visível da realidade (expressões), e ofereçam as hipóteses sobre os sentimentos (invisíveis e móveis) como metáforas.</p> Tom Andersen Carlos Henrique Lucci Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 7 18 Teoria do posicionamento e terapia familiar: criando novas posições discursivas na relação entre mãe e filho https://revistanps.com.br/nps/article/view/535 <p>Seguindo a premissa Construcionista Social de que o indivíduo se constitui nas relações através da linguagem e partindo de um contexto prático do atendimento com uma família, o objetivo deste artigo é dar visibilidade ao processo de construção de novas posições discursivas para a relação de uma mãe e um filho, a partir do foco no processo de comunicação e do uso de uma metáfora. Teoricamente, nos apoiamos na compreensão do self em sua dimensão relacional. Metodologicamente, utilizamos a teoria do posicionamento como um recurso para dar visibilidade para o processo discursivo em terapia familiar, no qual uma mãe e um filho negociam posições alternativas para seu relacionamento. Concluímos, pela utilidade da teoria do posicionamento na experiência clínica, por permitir colocar em ação a ampliação da noção de identidade, substituindo o enfoque na unicidade pela possibilidade de múltiplas descrições de self.</p> Letícia de Azevedo Pozzer Eneida de Duartina Fernandes Novaes Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 19 35 Percepção dos genitores sobre o impacto do nascimento do segundo filho nas relações familiares https://revistanps.com.br/nps/article/view/536 <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="color: black;">As famílias passam por ciclos de vida que podem demandar adaptações, sendo a inserção de um novo membro no contexto familiar um deles. No presente estudo, foram investigados os impactos do nascimento do segundo filho nas relações: genitores-primogênito, relação conjugal, impacto no próprio filho mais velho e nos genitores. Para isso, foram realizadas entrevistas com três casais que atendiam aos requisitos da pesquisa. Pôde-se identificar, na análise, alguns aspectos, como o afastamento dos casais em relação a atividades a dois, que o comportamento mais frequente demonstrado pelo primogênito foi de chamar atenção dos pais para ele. Demonstrou-se, também, uma aproximação dos pais em relação ao filho mais velho e as mães apresentaram uma necessidade maior de organização com a chegada do segundo filho. As estratégias de manejo mais salientadas foram de contar com a rede de apoio, principalmente com os avós maternos, e investir no diálogo com o primogênito. </span></p> Bibiana Ughini Goldschmidt Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 36 50 Percepções parentais sobre coparentalidade e comportamento infantil: um estudo com famílias homoafetivas https://revistanps.com.br/nps/article/view/537 <p>As diversas configurações parentais da contemporaneidade trazem questões ainda pouco abordadas em pesquisas no Brasil. O presente trabalho apresenta um estudo de casos múltiplos sobre as percepções parentais de casais homoafetivos acerca de sua relação coparental e o comportamento de seus filhos através da aplicação de questionários sobre a temática em forma de entrevista para enriquecimento das respostas. Foram entrevistados quatro casais, com filhos entre 6 e 8 anos de idade. Os resultados permitiram a identificação de altos índices de coparentalidade positiva apresentados por pais e mães entrevistados com identificação de dificuldades de comportamento das crianças, mas também de capacidades, por meio do relato, de altos índices de pró-sociabilidade infantil.</p> Thaiany Domingues Matos Carina Nunes Bossardi Carolina Duarte de Souza João Rodrigo Maciel Portes Marina Menezes Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 51 67 Adolescentes e redes sociais: violência de gênero, sexting e cyberbullying no filme Ferrugem https://revistanps.com.br/nps/article/view/538 <p>Neste artigo, buscou-se apresentar reflexões teóricas, à luz da perspectiva sistêmica, sobre os conceitos da violência de gênero, do <em>sexting </em>e do <em>cyberbullying</em> retratados no filme brasileiro “Ferrugem”, lançado em 2018. O filme aborda uma temática presente na realidade da juventude, destacando riscos na utilização das redes sociais e os impactos da exposição não autorizada de imagens íntimas. Foram elaboradas cinco seções temáticas a partir da narrativa apresentada, com o intuito de explanar conceitos e analisar os fenômenos de maneira dialógica: (a) a subjetivação dos adolescentes na era digital; (b) os reflexos do sexismo nas relações entre os jovens; (c) o desenvolvimento de processos identitários articulados às dinâmicas familiares; (d) a corresponsabilização do ofensor sexual adolescente; (e) repercussões e implicações para as intervenções em diferentes campos. O filme “Ferrugem” expõe demandas complexas e nos convoca a agir para intervir nesses contextos, descortinando e visibilizando as práticas de <em>sexting</em> e <em>cyberbullying. </em></p> Silvia Renata Lordello Lara Souza Letícia de Amorim Mota Coelho Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 68 81 Práticas colaborativas para intervenção em grupo com adolescentes e profissionais de saúde sobre sexualidade https://revistanps.com.br/nps/article/view/539 <p>O relato experiência de intervenção colaborativa como possibilidade para construção de discursos alternativos sobre adolescentes e sexualidades constitui o objetivo do presente artigo. Trata-se de pesquisa-ação colaborativa envolvendo: passos de construção da intervenção; organização e desenvolvimento do grupo; entrevistas de avaliação. O processo de produção de sentidos foi registrado por notas de campo, áudio do grupo e entrevistas, sensibilizado pelas Práticas Colaborativas. Envolveu oito adolescentes, nove profissionais e pesquisadoras, em ambos planejamento e desenvolvimento. O grupo propriamente dito compreendeu sete encontros e seguiu as temáticas eleitas conjuntamente: gênero e sexualidade; puberdade; métodos contraceptivos; sexualidade na adolescência; parentalidade/maternidade na adolescência; álcool e outras drogas; escolhas e repercussões. Narramos relação como pesquisadoras participantes e destacamos a participação de três adolescentes no grupo. Evidenciamos o agir colaborativo e a singularidade das pessoas, evitando rotulações, portanto a potência das práticas colaborativas para atitudes democráticas na construção e manejo do grupo, favorecendo conversas sobre sexualidade na adolescência.</p> Domitila Kawakami Gonzaga Carla Guanaes Lorenzi Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 82 97 Pelos caminhos do diálogo aberto: reflexões sobre aprender, praticar e formar profissionais no contexto da saúde mental no Brasil https://revistanps.com.br/nps/article/view/540 <p>Este texto apresenta a abordagem do Diálogo Aberto a partir de reflexões e questões de meu percurso de aprendizado, prática e ensino em saúde mental. Utilizei como material de referência os artigos sobre o tema mais relevantes em meu percurso de formação, entrelaçados com anotações de aulas e workshops, diários reflexivos e rascunhos de projetos engavetados. Escrevi este texto tendo em mente o crescente interesse de profissionais brasileiros que atuam na área da saúde mental em conhecer os princípios do Diálogo Aberto, interesse este que parece refletir o reconhecimento da abrangência e relevância desta abordagem para as questões atuais do sistema de saúde mental em nosso país. Meu intento é tecer algumas considerações úteis para aqueles que desejam começar a conhecer o Diálogo Aberto, que tenham perguntas sobre como “tornar-se dialógico” na vida e na prática clínica, e queiram pensar como princípios dialógicos podem contribuir para as práticas correntes no campo da Saúde Mental.</p> Cecília Cruz Villares Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 98 113 O Silêncio dos Homens https://revistanps.com.br/nps/article/view/541 Frederico A. S. O. Mattos Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 114 116 O conceito de ressonância no processo de formação do terapeuta: descobrindo potencialidades e limitações na prática terapêutica https://revistanps.com.br/nps/article/view/542 Eloisa Vidal Rosas Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 117 120 Longe de Casa: minha jornada e histórias de refugiados pelo mundo https://revistanps.com.br/nps/article/view/543 Ana Paula Risson Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 121 123 Práticas colaborativas no calor de Brno https://revistanps.com.br/nps/article/view/544 Leonora Figueiredo Corsini Alexandra da Rosa Moreira Cecília Cruz Villares Helena Maffei Cruz Copyright (c) 2019-12-31 2019-12-31 28 65 124 128