https://revistanps.com.br/nps/issue/feed Nova Perspectiva Sistêmica 2020-02-13T12:59:03+00:00 Adriano Beiras adrianobe@noos.org.br Open Journal Systems <p>Leia a revista Nova Perspectiva Sistêmica!</p> <p>ISSN da revista impressa: 0104-7841</p> <p>ISSN da revista on-line:&nbsp;2594-4363</p> https://revistanps.com.br/nps/article/view/533 Editorial 2020-02-05T20:32:59+00:00 Adriano Beiras adriano.beiras@ufsc.br 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/534 Participação humana: “ser” humano é o primeiro passo para “tornar-se” humano 2020-02-13T12:42:21+00:00 Tom Andersen adrianobe@noos.org.br Carlos Henrique Lucci adriano.beiras@ufsc.br <p>Nas palavras de seu autor, Tom Andersen, “ver, escutar, cheirar, saborear, sentir o toque na pele ou o impacto no corpo – enfim, o que sentimos em nossos corpos” – é o embasamento deste texto, inicialmente publicado como capítulo do livro <em>Collaborative Therapy: Relationships and Conversations that make a Difference.</em> Essas expressões são parte de vínculos de que participamos desde o momento do nascimento; expressões são manifestadas, recebidas, e afetam o receptor que retribui este afeto – o círculo da vida. O texto amplia a compreensão de linguagem para outros tipos de expressão e analisa a conversação como uma troca de múltiplas expressões em que quando um fala, o ouvinte não apenas ouve cada palavra, mas também vê como o falante recebe suas próprias palavras e o surgimento de novos significados. Uma mudança ou expansão das expressões motoras pode trazer um novo entendimento de uma situação difícil, ou uma nova ideia de como dar o próximo passo desse momento difícil. O texto é um convite para que terapeutas foquem a parte visível da realidade (expressões), e ofereçam as hipóteses sobre os sentimentos (invisíveis e móveis) como metáforas.</p> 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/535 Teoria do posicionamento e terapia familiar: criando novas posições discursivas na relação entre mãe e filho 2020-02-13T12:47:07+00:00 Letícia de Azevedo Pozzer leticiazpz@gmail.com Eneida de Duartina Fernandes Novaes eneidafernandes.psico@gmail.com <p>Seguindo a premissa Construcionista Social de que o indivíduo se constitui nas relações através da linguagem e partindo de um contexto prático do atendimento com uma família, o objetivo deste artigo é dar visibilidade ao processo de construção de novas posições discursivas para a relação de uma mãe e um filho, a partir do foco no processo de comunicação e do uso de uma metáfora. Teoricamente, nos apoiamos na compreensão do self em sua dimensão relacional. Metodologicamente, utilizamos a teoria do posicionamento como um recurso para dar visibilidade para o processo discursivo em terapia familiar, no qual uma mãe e um filho negociam posições alternativas para seu relacionamento. Concluímos, pela utilidade da teoria do posicionamento na experiência clínica, por permitir colocar em ação a ampliação da noção de identidade, substituindo o enfoque na unicidade pela possibilidade de múltiplas descrições de self.</p> 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/536 Percepção dos genitores sobre o impacto do nascimento do segundo filho nas relações familiares 2020-02-13T12:50:04+00:00 Bibiana Ughini Goldschmidt psicologiabibiana@gmail.com <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: 200%;"><span style="color: black;">As famílias passam por ciclos de vida que podem demandar adaptações, sendo a inserção de um novo membro no contexto familiar um deles. No presente estudo, foram investigados os impactos do nascimento do segundo filho nas relações: genitores-primogênito, relação conjugal, impacto no próprio filho mais velho e nos genitores. Para isso, foram realizadas entrevistas com três casais que atendiam aos requisitos da pesquisa. Pôde-se identificar, na análise, alguns aspectos, como o afastamento dos casais em relação a atividades a dois, que o comportamento mais frequente demonstrado pelo primogênito foi de chamar atenção dos pais para ele. Demonstrou-se, também, uma aproximação dos pais em relação ao filho mais velho e as mães apresentaram uma necessidade maior de organização com a chegada do segundo filho. As estratégias de manejo mais salientadas foram de contar com a rede de apoio, principalmente com os avós maternos, e investir no diálogo com o primogênito. </span></p> 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/537 Percepções parentais sobre coparentalidade e comportamento infantil: um estudo com famílias homoafetivas 2020-02-13T12:52:00+00:00 Thaiany Domingues Matos thaianymatos88@gmail.com Carina Nunes Bossardi carinabossard@yahoo.com.br Carolina Duarte de Souza carolzunino@gmail.com João Rodrigo Maciel Portes jrmportes@gmail.com Marina Menezes menezemarina@yahoo.com.br <p>As diversas configurações parentais da contemporaneidade trazem questões ainda pouco abordadas em pesquisas no Brasil. O presente trabalho apresenta um estudo de casos múltiplos sobre as percepções parentais de casais homoafetivos acerca de sua relação coparental e o comportamento de seus filhos através da aplicação de questionários sobre a temática em forma de entrevista para enriquecimento das respostas. Foram entrevistados quatro casais, com filhos entre 6 e 8 anos de idade. Os resultados permitiram a identificação de altos índices de coparentalidade positiva apresentados por pais e mães entrevistados com identificação de dificuldades de comportamento das crianças, mas também de capacidades, por meio do relato, de altos índices de pró-sociabilidade infantil.</p> 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/538 Adolescentes e redes sociais: violência de gênero, sexting e cyberbullying no filme Ferrugem 2020-02-13T12:54:33+00:00 Silvia Renata Lordello srmlordello@gmail.com Lara Souza larasouzafeitosa@gmail.com Letícia de Amorim Mota Coelho leticiaamorim.mota@gmail.com <p>Neste artigo, buscou-se apresentar reflexões teóricas, à luz da perspectiva sistêmica, sobre os conceitos da violência de gênero, do <em>sexting </em>e do <em>cyberbullying</em> retratados no filme brasileiro “Ferrugem”, lançado em 2018. O filme aborda uma temática presente na realidade da juventude, destacando riscos na utilização das redes sociais e os impactos da exposição não autorizada de imagens íntimas. Foram elaboradas cinco seções temáticas a partir da narrativa apresentada, com o intuito de explanar conceitos e analisar os fenômenos de maneira dialógica: (a) a subjetivação dos adolescentes na era digital; (b) os reflexos do sexismo nas relações entre os jovens; (c) o desenvolvimento de processos identitários articulados às dinâmicas familiares; (d) a corresponsabilização do ofensor sexual adolescente; (e) repercussões e implicações para as intervenções em diferentes campos. O filme “Ferrugem” expõe demandas complexas e nos convoca a agir para intervir nesses contextos, descortinando e visibilizando as práticas de <em>sexting</em> e <em>cyberbullying. </em></p> 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/539 Práticas colaborativas para intervenção em grupo com adolescentes e profissionais de saúde sobre sexualidade 2020-02-13T12:56:47+00:00 Domitila Kawakami Gonzaga domitila.gonzaga@gmail.com Carla Guanaes Lorenzi carlaguanaes@usp.br <p>O relato experiência de intervenção colaborativa como possibilidade para construção de discursos alternativos sobre adolescentes e sexualidades constitui o objetivo do presente artigo. Trata-se de pesquisa-ação colaborativa envolvendo: passos de construção da intervenção; organização e desenvolvimento do grupo; entrevistas de avaliação. O processo de produção de sentidos foi registrado por notas de campo, áudio do grupo e entrevistas, sensibilizado pelas Práticas Colaborativas. Envolveu oito adolescentes, nove profissionais e pesquisadoras, em ambos planejamento e desenvolvimento. O grupo propriamente dito compreendeu sete encontros e seguiu as temáticas eleitas conjuntamente: gênero e sexualidade; puberdade; métodos contraceptivos; sexualidade na adolescência; parentalidade/maternidade na adolescência; álcool e outras drogas; escolhas e repercussões. Narramos relação como pesquisadoras participantes e destacamos a participação de três adolescentes no grupo. Evidenciamos o agir colaborativo e a singularidade das pessoas, evitando rotulações, portanto a potência das práticas colaborativas para atitudes democráticas na construção e manejo do grupo, favorecendo conversas sobre sexualidade na adolescência.</p> 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/540 Pelos caminhos do diálogo aberto: reflexões sobre aprender, praticar e formar profissionais no contexto da saúde mental no Brasil 2020-02-13T12:59:03+00:00 Cecília Cruz Villares civillares@gmail.com <p>Este texto apresenta a abordagem do Diálogo Aberto a partir de reflexões e questões de meu percurso de aprendizado, prática e ensino em saúde mental. Utilizei como material de referência os artigos sobre o tema mais relevantes em meu percurso de formação, entrelaçados com anotações de aulas e workshops, diários reflexivos e rascunhos de projetos engavetados. Escrevi este texto tendo em mente o crescente interesse de profissionais brasileiros que atuam na área da saúde mental em conhecer os princípios do Diálogo Aberto, interesse este que parece refletir o reconhecimento da abrangência e relevância desta abordagem para as questões atuais do sistema de saúde mental em nosso país. Meu intento é tecer algumas considerações úteis para aqueles que desejam começar a conhecer o Diálogo Aberto, que tenham perguntas sobre como “tornar-se dialógico” na vida e na prática clínica, e queiram pensar como princípios dialógicos podem contribuir para as práticas correntes no campo da Saúde Mental.</p> 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/541 O Silêncio dos Homens 2020-02-05T21:39:23+00:00 Frederico A. S. O. Mattos blogsobreavida@gmail.com 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/542 O conceito de ressonância no processo de formação do terapeuta: descobrindo potencialidades e limitações na prática terapêutica 2020-02-05T21:42:47+00:00 Eloisa Vidal Rosas eloisa.vidal@gmail.com 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/543 Longe de Casa: minha jornada e histórias de refugiados pelo mundo 2020-02-05T21:45:43+00:00 Ana Paula Risson annarisson@gmail.com 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://revistanps.com.br/nps/article/view/544 Práticas colaborativas no calor de Brno 2020-02-05T21:55:32+00:00 Leonora Figueiredo Corsini corsinileonora@gmail.com Alexandra da Rosa Moreira alexandramoreira.psicologa@gmail.com Cecília Cruz Villares civillares@gmail.com Helena Maffei Cruz hmcruz@noos.org.br 2019-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c)